- Área: Ciências Humanas
- Curso: História
- Disciplina: Samba e História: práticas antirracistas em sala de aula
Informações
- Público-alvo: Preferencialmente professores de História, além de professores da área de Humanas.
- Duração do curso: 12 semanas
- Carga horária: 30 horas
- Modalidade: a distância.
Exceto por eventuais videotutorias agendadas, não há dias e horários fixos de estudo nem de aulas. A partir do início do período letivo os cursistas devem acessar a sala de aula virtual, entrar em contato com o material didático e entregar as atividades dentro do prazo proposto. Cada disciplina tem sua dinâmica própria, mas cabe ao cursista definir quando é mais adequado estudar, respeitando os prazos definidos no cronograma. - Vagas: 150
- Objetivo(s) de aprendizagem: Pensar as escolas de samba como tentativas de sociabilidades negras no pós-abolição; analisar como os desfiles evocam identidades negras e valores civilizatórios afro-brasileiros; identificar as agremiações como espaço de produção de saberes e práticas formativas; elaborar propostas didáticas inspiradas nas experiências de professores sambistas.
- Ementa:
- "Desce o morro para fazer história": fundamentos das escolas de samba;
- "Resistência no tambor": religiosidade, negritude e pertencimento;
- "Muito mais que carnaval": pode uma escola de samba ser educativa?;
- "Carnaval também é voz pra calar a escravidão": narrativas de professores-pesquisadores-carnavalescos.
- Como funciona: A disciplina está organizada em quatro unidades temáticas, cada uma acompanhada por leituras obrigatórias e por indicações de materiais audiovisuais. A avaliação será composta pela soma das notas das atividades enviadas ao longo da disciplina, incluindo a participação nos quatro fóruns de discussão e a elaboração de um trabalho final. A jornada formativa inicia-se com o estudo do surgimento das agremiações carnavalescas no Rio de Janeiro e com o debate sobre a adoção do termo "escola" para designar essa manifestação cultural. Em seguida, analisaremos como os discursos produzidos nos desfiles mobilizam cosmogonias africanas, expressões das culturas afro-brasileiras e elementos de afirmação identitária. A partir desse panorama, problematizaremos questões como: em que medida as escolas de samba podem ser compreendidas como espaços educativos? Que aprendizagens a escola formal pode extrair das experiências do "mundo do samba"? Por fim, inspirados nas narrativas de professores cujas trajetórias de vida e formação foram marcadas pelo carnaval, desenvolveremos propostas de práticas pedagógicas antirracistas voltadas para a Educação Básica.
Equipe
- Coordenador da área: Bruno Cardoso de Menezes Bahia - Currículo Lattes
- Professor responsável: Phellipe Patrizi Moreira - Currículo Lattes
- Mediador pedagógico: Bruno Sergio Scarpa Monteiro Guedes - Currículo Lattes
Dúvidas
Escreva para suporte-extensao@cecierj.edu.br.
